sexta-feira, 27 de novembro de 2009

NOSSA mídia

Da UFPR para o João Turín

Por Luan de Souza, Gyorgia Gabriele Lopes, Camila Fernandes Costa, Rafael Ruiz Lima, Gustavo Mincewicz Rodrigues, Rafael Ruiz Lima, Fabian Mauro Garret Junior

Foi realizada na semana do dia 23 de novembro no Colégio Estadual João Turín a oficina sobre o projeto Nossa Mídia, que visa ensinar aos alunos sobre a comunicação e seus diferentes tipos de mídia.

Organizado pela UFPR, o projeto é coordenado por Mário Messagi Jr., orientado por Toni André Scharlau Vieira e auxiliado pelos bolsistas Michele Torinelli, Bruna Bill, Lucas Gandin, Bruno Barbosa Calzavara, Aline Michalski, Helen Anacleto, Samantha Costa e Kariny Martins.

Os graduados e bolsistas da UFPR acreditam que os alunos se assustaram com o projeto, mas a cada dia melhoraram seu posicionamento e participação. Acreditam que pós projeto, os alunos vão ver os meios de mídia diferente, “pensando na comunicação como diálogo para se relacionar com a sociedade”, cita Michele Torinelli.

Na opinião e experiência deles, mídia e comunicação são os veículos da comunicação social que promovem os diálogos nas diferentes partes da sociedade. Dizem que a diferença entre expressão e comunicação é que a expressão parte do ponto de vista de quem está emitindo, não necessariamente para com o outro, enquanto comunicação relata o que se tem em comum entre as pessoas.

A relação do jornalismo com a cultura e a arte é que o jornalismo é um veículo que divulga e faz a mediação com a sociedade. “A cultura sem ferramentas da comunicação fica silenciosa”, diz Toni André Scharlau Vieira. O ideal deles como jornalistas e com o projeto é que cada um possa expressar sua voz e direito.




Jovens fumantes no Colégio

Cigarro não é o problema só de quem o consome, mas também das pessoas à sua volta!

Por Bruna Casagrande, Ghabriela Haluch, Geyza Cruz e Patricia Silva

Em muitos colégios existe uma grande porcentagem de alunos fumantes, aqui no colégio João Turin não é diferente. Entrevistamos 33 pessoas sendo que 7 delas assumiram que são fumantes, outras 26 não fumam. A pesquisa revela que a menor parte não se importa com o cheiro, já 17 das pessoas entrevistadas afirmam que não gostam que alguém fume perto delas.
A aluna Bruna Antunes afirma: “Acho que isso não é certo, pois faz mal pra todo mundo, e influencia as pessoas mais jovens". Cristina Maria Guimarães, pedagoga do período da tarde, diz que isso é totalmente errado em qualquer lugar, principalmente entre os jovens. “A atitude da escola é chamar a patrulha e os pais. Sempre que possível, observamos os alunos nos recreios e nas saídas”, diz Cristina. Para ela, devido à vigilância e com o tempo, o número de fumantes tende a diminuir dentro do colégio e um dia vai acabar.

Colisão de Ritmos

Duelo de bateria irá agitar o JT

Por Luan de Souza, Gyorgia Gabriele Lopes, Camila Fernanda Costa, Rafael Ruiz Lima, Gustavo Mincewicz Rodrigues, Fabian Mauro Garret Junior

Os alunos do Colégio estadual João Turin realizarão um duelo de baterias no dia 05 de dezembro, sob a coordenação da professora Juliana Carla Ignatowicz.

Segundo a professora Juliana, a ideia surgiu “por haver vários bateristas na escola”. Isso dá a cada baterista a oportunidade de mostrar seu talento sem perder a brincadeira, mas com gostinho de competitividade. As apresentações serão avaliadas por meio da medição dos aplausos dos próprios alunos.

É uma atividade que propõe entretenimento e a própria individualidade do estilo de cada baterista participante.

A voz da cultura

O Projeto Toques e Vozes é um projeto desenvolvido pela professora de artes Juliana Carla Ignatowicz, com parceria do governo estadual, nas turmas de Ensino Fundamental do colégio estadual João Turin.

“Tem como proposta resgate e a valorização da música e cultura brasileira, oportunizando aos alunos o contato com os instrumentos e a divulgarem o que sabem”, explica Juliana. Ela foi responsável por trazer diversos instrumentos enquanto o governo contribui com flautas doces.

O projeto Toques e Vozes é semelhante ao projeto Maracatu desenvolvido individualmente pela professora Juliana. Foi a conclusão de sua monografia: “Experiencias do Maracatu nas aulas de artes”.

Filosofia não debatida

Falta e revezamento de professores prejudicam alunos

Por Luan de Souza, Gyorgia Gabriele Lopes, Camila Fernanda Costa, Gustavo Mincewics Rodrigues, Rafael Ruiz Lima, Fabian Mauro Garret Junior

Os alunos do colégio estadual João Turin ficaram sem aula de filosofia devido à falta de professores. Após a saída da professora Eunice, do Ensino Médio, no mês de junho, ocorreu uma troca de professores. Assumiu o professor André, que deu somente duas aulas e se retirou do corpo docente sem apresentar justificativa. Iniciou-se o quarto bimestre com a entrada do professor Marcos, tornando o principal problema agora a reposição de conteúdo e as notas que não foram dadas no terceiro bimestre. Sobre a reposição de conteúdos, a pedagoga Maria Catarina Zukowski e a coordenadora Cristiane Bazello afirmam que serão feitas pesquisas sobre o conteúdo que deveria ter sido aplicado e declaram também que a nota do quarto bimestre valerá para o terceiro.

Problemas com pombos no Colégio João Turin

Sujeira e mau cheiro preocupam alunos e direção

Por Rubia Sabrina Teles da Silva, Leonardo Miranda Silva, Cassio Henrique Rodrigues, Philippe Winagraski e Fernanda C. de O Czpak

Os pombos são grande problema para o Colégio João Turin , o que vem causando transtornos desde o inicio do ano. A aglomeração dos pombos nos telhados causa mal-estar e traz riscos à saúde dos estudantes. Alunos e professores reclamam do problema.

Na opinião dos alunos da 5° serie, as pombas trazem sujeira e atrapalham nos estudos. Em dias de calor tem muitos mosquitos provocadas por pombos mortos.
Com a presença dos pombos,tem surgido gaviões.

Gilberto Ferreira afirma que, além dos pombos trazerem doenças, incomodam bastante pela questão de limpeza.. Para ele a solução seria acabar com todos os ninhos e isolar os lugares onde eles ficam. “Limpei e lavei os pilares, passei veneno para matar os mosquitos e também encontrei pombos mortos no telhado mas não consegui resolver o problema”.

David de Miranda, diretor do colégio, diz que os alunos reclamam bastante do problema. Ele ainda afirma que é o maior preocupado com o assunto e já tentou de várias formas resolver a situação. Agora, ele vai procurar outras providências com a Saúde Pública.


Doenças causadas pelos pombos:

Respiratórias: causada pela inalação de poeira contendo fezes secas dos pombos. Provoca secreção nos olhos e problema no pulmão , rins , figado , ossos e pele.

Digestivas: causada pela ingestão de alimentos e água contaminada pelas fezes das aves. Provoca febre alta , dores de cabeça , diarreias e vômitos.

Pele: causada pelos piolhos das aves. Provoca alergia.

Sistema nervoso central: meningites e toxoplasmose. Afetam a visão e podem levar a morte.

Dúvida dos alunos

Proibição do uso de bonés e chicletes gera questionamento sobre os nossos direitos
Por Bruna Carolina e Ricardo Vinicius de Macedo

Um dos assuntos mais questionados aqui no Colégio Estadual João Turin é sobre os direitos dos alunos, pois muitas vezes os estudantes alegam que só existem deveres e seus direitos não são lembrados. De acordo com o diretor Davi de Miranda, os alunos conhecem os seus direitos, mas às vezes eles tentam exigi-los sem cumprir os seus deveres. Segundo ele, os alunos podem ter informações sobre os direitos através do regimento escolar, reuniões e frequentando a pedagogia.
Mas o que todos nós queremos saber é POR QUE NÃO O USO DO BONÉ ? O diretor afirmou que em 2006 a Patrulha Escolar orientou a escola a não deixar os alunos usarem o boné, porque pode gerar conflitos por causa de marcas, furtos ou até mesmo porque pode se tornar um esconderijo de drogas. Entretanto, como os alunos não abrem mão do boné, no ano que vem ele pode vir a fazer parte do uniforme escolar. Quanto ao chiclete, não é permitido, porque pode danificar o uniforme, sujar o chão, danificar as carteiras e algum aluno pode colar no cabelo do outro e esse tipo de coisa.

Projeto de re-recuperação

Iniciativa causa polêmica no colégio

Por Cassio Henrique Rodrigues, Fernanda Czpak, Leonardo Miranda Silva, Philippe Winagraski e Rubia Sabrina da Silva

O projeto de re-recuperação começou em 2007 com o objetivo de ajudar os alunos que nos quatro bimestres não conseguiram alcançar a média anual. Segundo Davi de Miranda, diretor do Colégio João Turin, o projeto aborda as listas de atividades anuais, conta com o reconhecimento do Núcleo Pedagógico e avalia a situação da vida escolar do aluno.
No entanto um professor que preferiu não se identificar afirmou que o projeto de re-recuperação não faz efeito, pois prejudica o ensino e o aprendizado. Segundo ele, deveria haver apenas uma recuperação no final do ano. Já a professora de Inglês Marissi de Oliveira, vê o projeto como uma oportunidade para os alunos, principalmente os que são interessados mas têm dificuldades. "Às vezes o aluno não consegue aprender, vejo isso como uma chance do estudante se recuperar", afirma.
Nem todos estudantes concordam. Willian Santos, da 7ª C, diz que "não é certo - se o aluno quiser passar tem que se dedicar". Nicoli Tavares , também da 7ª C, acredita que o projeto é bom para quem tem problemas em certas matérias. Já Ricardo Vinicius, da 8ª A, concorda com ambos os lados. Para o aluno, o projeto é bom para quem precisa de nota, mas o lado negativo é a quantidade de conteúdo exigida. Ricardo é ainda mais radical: “nem deveria existir prova”, defende.